Serviço de entrega pelos Correios já funciona em estados como SP e MG, mas etapa presencial para coleta de dados ainda é obrigatória em todo o país.
Olyvio Marques
Editor · Finanças Pessoais · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
A emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) está mais prática em algumas regiões do Brasil. Cidadãos de estados como São Paulo e Minas Gerais já podem solicitar o documento e optar por recebê-lo em casa, via Correios, eliminando a necessidade de retornar a um posto de atendimento para a retirada.
A possibilidade de receber a CIN no endereço cadastrado já é uma realidade em estados como São Paulo e Minas Gerais. Nesses locais, após o cidadão comparecer ao posto para a coleta de dados biométricos, ele pode escolher a modalidade de entrega domiciliar. A expectativa é que outros estados adotem o sistema nos próximos meses. No Espírito Santo, por exemplo, a previsão da Polícia Científica é que o serviço esteja disponível até o fim de 2026.
Apesar da modernização, o processo de emissão da nova identidade não é totalmente digital. Uma etapa presencial continua sendo indispensável em todo o Brasil para garantir a segurança do documento e evitar fraudes. Durante o atendimento, são realizados procedimentos como a conferência de documentos, a captura da foto oficial, o registro biométrico das impressões digitais e a coleta da assinatura.
O processo para emitir o documento geralmente segue as mesmas etapas na maioria dos estados que já modernizaram o sistema:
A principal alteração da CIN é a unificação do número de identificação, que passa a ser o CPF. A medida visa reduzir fraudes e evitar a duplicidade de registros. Os documentos no modelo antigo (RG) continuam válidos até 1º de março de 2032. Além disso, após a emissão do documento físico, a versão digital fica disponível no aplicativo Gov.br e possui a mesma validade jurídica.
A primeira emissão da Carteira de Identidade Nacional, bem como as renovações por vencimento, são gratuitas em todo o país. A cobrança de taxa ocorre apenas em casos de solicitação de segunda via por perda, roubo ou danos. O prazo para a entrega do documento pode chegar a 90 dias, dependendo da demanda de cada estado.
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