Destino no Pará une praias de água doce, como Alter do Chão, com o espetáculo do encontro dos rios Tapajós e Amazonas.
Olyvio Marques
Editor · Turismo · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
No oeste do Pará, a cidade de Santarém é palco de um dos fenômenos naturais mais impressionantes da Amazônia: o encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas. Com cores e densidades distintas, eles correm lado a lado por quilômetros sem se misturar, criando um cenário único que pode ser visto da orla da cidade.
A apenas 35 quilômetros de Santarém, a vila de Alter do Chão é o ponto de partida para explorar a região, apelidada de "Caribe Amazônico". Suas praias de areia branca e águas mornas, que surgem no período da vazante do rio, levaram o jornal britânico The Guardian a elegê-las, em 2009, como as mais bonitas de água doce do planeta. A Ilha do Amor, um banco de areia que se forma em frente à orla, é a atração principal.
O encontro dos rios é um espetáculo de cores. As águas barrentas do Rio Amazonas contrastam com o tom azul-esverdeado e cristalino do Rio Tapajós. O fenômeno é visível da orla de Santarém, mas para uma experiência completa, passeios de barco levam os visitantes ao ponto exato da junção, permitindo observar de perto a nítida divisão entre os dois gigantes.
O turismo na região é ditado pelo regime das águas. Na vazante (agosto a janeiro), o nível do rio baixa e revela as famosas praias de areia branca, sendo a melhor época para aproveitar o sol e os banhos de rio. Já na cheia (fevereiro a julho), as praias desaparecem, mas surge a oportunidade de navegar de canoa pela "Floresta Encantada", uma área de mata de igapó que fica submersa.
A gastronomia local, conhecida como "Culinária Tapajônica", é um atrativo à parte. Os pratos são baseados em peixes frescos dos rios, como o pirarucu e o tucunaré, geralmente servidos na brasa. Outras iguarias incluem o tacacá, um caldo quente de tucupi com jambu e camarão, e o açaí paraense, consumido sem açúcar e acompanhado de farinha e peixe frito.
Com mais de 4.000 árvores, evento na Zona Leste celebra cultura japonesa com gastronomia típica e apresentações de dança e taiko.
Localizada na Chapada Diamantina, a mais de 1.200 metros de altitude, a cidade se destaca também pela produção de cafés premiados mundialmente.
Localizada a pouco mais de 100 km de Fortaleza, cidade serrana no Maciço de Baturité troca o calor do litoral por neblina, Mata Atlântica e festivais culturais.
Local em Campinas permite que visitantes entrem nas cabines e comprem peças que custam de R$ 500 a mais de R$ 1 milhão.