Ação judicial movida pela família do sambista Arlindo Cruz pede R$ 100 mil por danos morais contra a Bradesco Seguros e a Pleno Saúde. Entenda o caso.
Olyvio Marques
Editor · Justiça · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
A família do sambista Arlindo Cruz move um processo na Justiça do Rio de Janeiro contra a Bradesco Seguros e a Pleno Saúde, solicitando uma indenização de R$ 100 mil por danos morais. A ação alega uma grave falha na prestação de serviços de atendimento domiciliar (home care), essencial para o artista desde que sofreu um AVC em 2017. Atualizado em 22 de setembro de 2026.
De acordo com a ação judicial, o estopim para o processo foi um incidente ocorrido em novembro de 2024. Um técnico de enfermagem enviado à residência do cantor teria apresentado comportamento inadequado, com aparentes sinais de embriaguez ou uso de drogas, segundo relatos do processo.
O profissional teria retirado o tubo de traqueostomia de Arlindo Cruz, um equipamento vital para sua sobrevivência. A situação exigiu a intervenção de um médico de emergência para recolocar o dispositivo. A ação detalha ainda que o técnico não conseguia se manter em pé, precisou ser contido e, posteriormente, foi encontrado desacordado na calçada.
Arlindo Cruz se recupera de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico sofrido em março de 2017, que o deixou com sequelas e a necessidade de cuidados médicos contínuos. Conforme os autos, a família pagava cerca de R$ 28 mil mensais pelo plano de saúde que garantia o serviço de home care.
O processo sustenta que a Bradesco Seguros e a Pleno Saúde devem responder de forma solidária pelos danos decorrentes da falha na prestação do serviço, considerado indispensável para a manutenção da saúde do artista.
A família do cantor pede uma indenização de R$ 100 mil por danos morais devido à alegada falha no serviço de atendimento domiciliar.
A ação foi movida contra a Bradesco Seguros e a operadora Pleno Saúde, responsáveis pelo plano de saúde do artista.
Arlindo Cruz necessita de cuidados médicos contínuos em casa para se recuperar das sequelas de um AVC hemorrágico que sofreu em 2017.
A ação movida pela família de Arlindo Cruz destaca a vulnerabilidade de pacientes que dependem de serviços de home care e a responsabilidade das operadoras de saúde. O caso aguarda os desdobramentos na Justiça do Rio de Janeiro, onde a família busca reparação pela grave falha que, segundo alegam, colocou a vida do sambista em risco.
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