Mulher com mandado de prisão por estelionato e alerta da Interpol foi detida pela PM em Mauá (SP) durante abordagem a veículo de luxo. Saiba os detalhes.
Olyvio Marques
Editor · Polícia · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Uma mulher que era procurada pela Justiça brasileira por estelionato e também constava na lista de foragidos da Interpol foi presa pela Polícia Militar na noite de sexta-feira (31), em Mauá, na Grande São Paulo. A captura ocorreu durante um patrulhamento de rotina da Força Tática no bairro Parque São Vicente. Atualizado em 1 de agosto de 2026.
De acordo com informações da Polícia Militar, uma equipe da Força Tática realizava patrulhamento preventivo na região quando abordou um veículo de luxo para fiscalização. Durante a consulta aos sistemas policiais, os agentes verificaram que uma das ocupantes do carro tinha um mandado de prisão em aberto pelo crime de estelionato, conforme apurado pelo Diário do Grande ABC.
Além do mandado nacional, a consulta revelou que a mulher também possuía um registro de procura pela Interpol, a Organização Internacional de Polícia Criminal. Na revista pessoal e na vistoria do veículo, nenhum material ilícito foi encontrado pelos policiais.
Após a confirmação dos mandados, a mulher foi detida e encaminhada ao 1º Distrito Policial (DP) de Mauá, onde a ocorrência foi registrada. Segundo a corporação, a suspeita permaneceu à disposição da Justiça para o cumprimento do mandado de prisão em aberto.
Um alerta na lista da Interpol, como a "difusão vermelha", funciona como um pedido para localizar e deter provisoriamente uma pessoa procurada por outro país. No entanto, para que um cidadão brasileiro seja preso no Brasil com base nesse alerta, geralmente é necessária uma homologação do mandado pelo Superior Tribunal Federal (STF), como detalhado em um caso similar reportado pelo Metrópoles. O Brasil não extradita seus cidadãos natos.
O estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal brasileiro, consiste em obter vantagem ilícita para si ou para outrem, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento. As penas podem variar conforme a gravidade e as circunstâncias do crime.
A mulher presa em Mauá ficará sob custódia da Justiça brasileira para responder pelo mandado de prisão por estelionato. O alerta da Interpol será comunicado às autoridades competentes, que darão andamento aos procedimentos legais cabíveis entre os países envolvidos.
A prisão em Mauá destaca a eficácia do patrulhamento preventivo e da integração de sistemas policiais, que permitem a identificação de foragidos procurados tanto nacional quanto internacionalmente. A mulher agora responderá judicialmente pelo crime de estelionato no Brasil, enquanto os trâmites relativos à Interpol seguem um processo jurídico específico.
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