Após 3 anos desaparecido na Bélgica, o gato Kiko foi identificado por microchip e voltou para sua família em Portugal com a ajuda de bombeiros. Saiba mais.
Olyvio Marques
Editor · Pets · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Um gato chamado Kiko, que desapareceu durante uma viagem de férias na Bélgica, reencontrou sua família em Braga, Portugal, após três longos anos. Atualizado em 6 de agosto de 2026, o reencontro emocionante só foi possível graças à tecnologia do microchip de identificação e a uma notável corrente de solidariedade que envolveu voluntários e bombeiros de dois países.
Kiko se perdeu na região da Flandres, na Bélgica, durante uma viagem com seus tutores portugueses. Três anos depois, o animal foi encontrado após sofrer um pequeno acidente e levado a um abrigo de animais em Zemst, conforme noticiado por veículos como o Postal e a PiT. No abrigo, os voluntários realizaram a leitura de um microchip implantado no felino.
O dispositivo continha as informações de contato da família, que reside em Braga, Portugal. A tecnologia foi crucial, pois permitiu a identificação imediata dos tutores, mesmo a milhares de quilômetros de distância e após tanto tempo.
Após a identificação, surgiu um novo desafio: a família não tinha condições financeiras para viajar até a Bélgica para buscar Kiko. Foi então que uma campanha nas redes sociais deu início a uma solução colaborativa. A associação belga ERA-Belgium se mobilizou para ajudar.
A solução veio de forma inesperada: um grupo de bombeiros belgas que se deslocava para Portugal para apoiar o combate a incêndios florestais se ofereceu para transportar o gato. Ao chegar em território português, os Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura ajudaram na etapa final da viagem, entregando Kiko em segurança à sua tutora em Braga, concluindo a missão solidária.
Kiko foi encontrado após sofrer um pequeno acidente perto de Bruxelas. Ele foi recolhido e levado para um abrigo de animais em Zemst, onde o microchip permitiu que sua família em Portugal fosse identificada.
É um pequeno dispositivo eletrônico, do tamanho de um grão de arroz, implantado sob a pele do animal. Ele armazena um código de identificação único que, ao ser lido por um scanner, revela os dados do tutor cadastrados em um banco de dados, sendo uma das formas mais seguras de identificação.
O transporte foi realizado por um grupo de bombeiros belgas da associação ERA-Belgium, que já tinha uma viagem programada para Portugal. Os Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, em Portugal, auxiliaram na entrega final do animal à sua família.
A história de Kiko destaca a importância fundamental da microchipagem de animais de estimação como uma ferramenta eficaz contra o desaparecimento. Além disso, demonstra o poder da colaboração e da solidariedade, que uniu pessoas de diferentes países para proporcionar um final feliz a uma família que aguardava por notícias há três anos.
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Kiko, um gato português perdido na Bélgica, foi localizado graças ao seu microchip. Entenda como uma rede de solidariedade, incluindo bombeiros, tornou o reencontro possível.