Nascida sem as patas traseiras, a gatinha Ariel sobreviveu sozinha em uma praia no Pará até ser encontrada por um casal. Conheça sua jornada de superação.
Olyvio Marques
Editor · Pets · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Uma gatinha que nasceu sem as duas patas traseiras e sobreviveu sozinha por meses em uma praia de Alter do Chão, no Pará, teve sua história transformada ao ser adotada por um casal de turistas. Atualizado em 29 de outubro de 2026. A pequena, chamada Ariel, dependia de insetos e restos de comida para se alimentar após seus quatro irmãos serem adotados, segundo o portal Amo Meu Pet.
Durante as férias na Ilha do Amor, o influenciador Marlon Spinola e sua parceira encontraram Ariel, então com quatro meses de idade. De acordo com a publicação de Spinola em suas redes sociais, a gatinha se aproximou do casal logo no primeiro dia, e a conexão foi imediata, levando-os a decidir levá-la para casa em São Paulo.
A adoção envolveu uma logística complexa, pois o casal ainda viajaria para Manaus antes de retornar a São Paulo. Com a ajuda da equipe da pousada onde estavam hospedados, eles encontraram um veterinário em Santarém que foi fundamental no processo. O profissional examinou, vacinou Ariel e organizou toda a documentação necessária para o transporte da gatinha, primeiro para Manaus e, em seguida, para seu novo lar.
Já em São Paulo, exames confirmaram que Ariel nasceu sem as patas e não sente dor. Marlon Spinola relatou que, embora considerassem o uso de uma prótese, a veterinária recomendou não a utilizar, pois a gatinha já estava perfeitamente adaptada à sua condição. A nova casa já tinha outros quatro gatos, e a adaptação foi feita de forma cuidadosa e gradual, seguindo um processo de interação olfativa e visual controlada, conforme explicado pela tutora, que também atua como cuidadora de animais.
Não. Segundo exames veterinários realizados em São Paulo, Ariel nasceu com essa condição e não sente nenhuma dor, estando totalmente adaptada para se locomover com as patas dianteiras, conforme relatado por seu novo tutor.
A adaptação foi feita de maneira "extremamente gradativa". O processo incluiu a troca de cheiros entre os animais, a alternância deles em diferentes cômodos da casa e uma aproximação visual controlada antes da interação direta, garantindo que todos se sentissem seguros.
A história de Ariel é uma poderosa demonstração de resiliência e da diferença que um ato de compaixão pode fazer. De uma situação de abandono em uma praia no Pará, a gatinha não apenas sobreviveu, mas encontrou um lar amoroso em São Paulo, onde hoje convive feliz com sua nova família humana e felina.
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