Durante reforma em um casarão na França, pedreiros encontraram 239 moedas de ouro raras. Veja o valor do tesouro e como o dinheiro será dividido.
Olyvio Marques
Editor · Curiosidades · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Um casal que reformava uma antiga mansão na região da Bretanha, oeste da França, teve uma surpresa histórica em 2019. Pedreiros que trabalhavam na obra descobriram um tesouro com 239 moedas de ouro dos séculos 17 e 18, escondido dentro de uma parede e em uma viga. Atualizado em 22 de junho de 2026.
A descoberta ocorreu enquanto o casal, que adquiriu a propriedade em 2012, realizava uma reforma para unir três edifícios do imóvel em Plozévet, segundo a casa de leilões Ivoire Angers. Conforme relatado pelo proprietário François Mion, de 63 anos, os operários encontraram primeiro uma caixa de metal "encaixada entre pedras" dentro de um muro (ISTOÉ Independente). Dias depois, um segundo lote de moedas foi localizado no topo de uma viga, dentro do que parecia ser uma bolsa (Noticias R7).
O tesouro é composto por 239 moedas, incluindo "luíses de ouro" e "luíses de ouro duplos", cunhadas durante os reinados de Luís XIII (1610-1643) e Luís XIV (1643-1715). A casa de leilões estimou o valor total do achado entre 250.000 e 300.000 euros, o que equivalia a mais de R$ 1,8 milhão na época da avaliação (ISTOÉ Independente).
Entre as peças, uma se destacou pela raridade: um luís de ouro duplo cunhado em 1646, avaliado individualmente em 15.000 euros, ou cerca de R$ 91 mil (Noticias R7).
De acordo com a legislação francesa e um acordo entre as partes, o valor arrecadado com a venda das moedas em leilão seria dividido igualmente. Metade do dinheiro seria destinada aos operários que encontraram o tesouro, e a outra metade ficaria com os proprietários do imóvel (Noticias R7).
Foram encontradas um total de 239 moedas de ouro, cunhadas nos reinados dos reis franceses Luís XIII e Luís XIV.
As moedas foram descobertas por operários que trabalhavam na reforma de uma antiga mansão na cidade de Plozévet, na França.
O valor obtido com o leilão das moedas foi dividido em duas partes iguais: 50% para os proprietários da casa e 50% para os operários que fizeram a descoberta.
A descoberta na mansão francesa representa um achado histórico significativo, revelando uma fortuna escondida por séculos. O caso também se destaca pela partilha justa do valor entre os donos da propriedade e os trabalhadores que encontraram as moedas, garantindo que a sorte fosse compartilhada por todos os envolvidos.
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