Agarrada a uma grade por 5 dias para sobreviver à enchente no RS, uma vira-lata caramelo foi resgatada em um momento crítico. Veja como ela ganhou um novo lar.
Olyvio Marques
Editor · Brasil · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Uma vira-lata caramelo que sobreviveu por cinco dias agarrada às grades de uma janela durante as enchentes no Rio Grande do Sul foi resgatada e ganhou um novo lar. A cachorrinha, encontrada exausta e por um fio, foi salva por voluntários que passavam de barco pela região alagada. Atualizado em 25 de setembro de 2026.
A cachorrinha foi encontrada sozinha no pátio de uma casa, com a água quase na altura da janela. Para não se afogar, ela se agarrou com todas as forças à grade, onde permaneceu por cerca de cinco dias, conforme relato do protetor da causa animal Cris Moraes, que participou do resgate junto com seu amigo Célio Studart. A equipe de voluntários precisou arrombar o portão da residência para alcançá-la.
Em um relato, Cris Moraes afirmou que o resgate aconteceu no momento exato: "Deus nos direcionou para salvar essa vida. Foi por pouco. Chegamos em cima da hora". A vira-lata estava tão debilitada que não ofereceu resistência e apenas se deixou ser retirada do local. O vídeo do resgate, compartilhado em 11 de maio de 2024, acumulou mais de 26 milhões de visualizações.
Após o resgate, a cachorrinha foi batizada de Cris e ganhou um novo lar com um de seus salvadores, Célio Studart. Segundo ele, a decisão de adotá-la foi tomada após investigarem a situação anterior do animal. Relatos de vizinhos indicaram que a cadela vivia amarrada no quintal. "Ela não foi salva porque a família pediu. Foi uma coincidência: eu estava passando com o barco quando vi ela. Então, não aceitei devolver", explicou Célio.
Agora, Cris vive uma realidade diferente, cercada de cuidados, amor e segurança, recebendo alimentação adequada e todo o amparo necessário para superar o trauma vivido.
Ela foi avistada por uma equipe de resgate em um barco, agarrada às grades de uma janela para manter a cabeça fora da água da enchente que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024.
De acordo com os protetores que a resgataram, a cachorrinha ficou sozinha e ilhada por aproximadamente cinco dias antes de ser encontrada.
Ela foi nomeada Cris e adotada por Célio Studart, um dos voluntários que participou de seu salvamento. Investigações sobre sua família anterior apontaram histórico de maus-tratos, o que motivou a decisão de não devolvê-la.
O resgate da vira-lata caramelo Cris é um símbolo de esperança em meio à tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul. Sua história, que viralizou nas redes sociais, destaca a importância do trabalho de voluntários e protetores de animais e mostra como a solidariedade pode transformar vidas, oferecendo uma segunda chance a quem mais precisa.
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