Uma loja de celulares em Pelotas (RS) promoveu um desafio inusitado: ficar com a mão na parede pelo maior tempo possível. Saiba quem foi o vencedor que resistiu por mais de um dia e por que ele preferiu o prêmio em dinheiro.
Olyvio Marques
Editor · Brasil · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Um homem de 46 anos venceu uma prova de resistência promovida por uma loja de celulares em Pelotas (RS) e levou para casa um prêmio de R$ 7 mil. Márcio Franco permaneceu por mais de 32 horas com uma das mãos encostada em uma parede para garantir a vitória no desafio, que atraiu 120 participantes. Atualizado em 14 de julho de 2026.
A competição, organizada pela loja Padrinho's Celulares, começou ao meio-dia de sábado (11) e só terminou na noite de domingo (12), totalizando mais de 32 horas de duração. A regra era simples: os 120 inscritos deveriam manter uma das mãos apoiada em uma parede instalada em frente ao estabelecimento, conforme noticiado pelo G1 e Estado de Minas.
Com o passar das horas, a organização demonstrou preocupação com o desgaste dos competidores. Segundo o proprietário, Cristiano Lauterbach, uma equipe de ambulância acompanhava a prova e sugeriu encerrar o desafio, dividindo o prêmio entre os finalistas. No entanto, após críticas do público, a competição continuou. Para definir um vencedor, as regras foram endurecidas na reta final, exigindo que os participantes esticassem o braço, sem se apoiar, o que levou ao fim da disputa pouco mais de uma hora depois.
O grande campeão foi Márcio Franco, de 46 anos. Após mais de um dia de resistência, ele teve a opção de escolher entre um celular de última geração ou o valor equivalente em dinheiro. Franco optou pelo prêmio de R$ 7 mil em espécie, além de outros brindes. Outros participantes também receberam prêmios menores, doados por outros comerciantes locais que apoiaram o evento.
A ideia para a prova de resistência surgiu de uma situação adversa. O proprietário da loja, Cristiano Lauterbach, contou que o estabelecimento havia sido assaltado, mas que recuperou os itens roubados com a ajuda da população. "Como o caso teve muita repercussão, resolvi aproveitar a visibilidade para fazer essa ação", explicou ele em entrevista ao Zero Hora, repercutida pelo Estado de Minas. A iniciativa gerou milhares de visualizações nas redes sociais, e o empresário já planeja uma nova edição em dezembro, com um prêmio ainda maior.
A regra principal era permanecer o maior tempo possível com uma das mãos encostada em uma parede em frente à loja de celulares. Na fase final, os competidores tiveram que manter o braço esticado, sem se apoiar.
A competição durou mais de 32 horas, começando ao meio-dia de sábado e terminando apenas na noite de domingo.
Não. O vencedor, Márcio Franco, preferiu receber o valor equivalente ao aparelho, levando para casa um prêmio de R$ 7 mil em dinheiro.
A prova de resistência em Pelotas demonstrou como uma iniciativa criativa pode engajar a comunidade e transformar um evento negativo, como um assalto, em uma ação de marketing de grande repercussão. O sucesso foi tanto que uma nova edição já está prevista, prometendo um prêmio ainda mais atrativo. Ações como esta não são inéditas, como mostra uma competição similar em uma loja de motos no Piauí, onde o prêmio era uma moto de R$ 23 mil.
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