O fechamento do Aeroporto do Galeão (GIG) por neblina neste sábado (27) causou o desvio de 25 voos, incluindo rotas europeias, para o Aeroporto de Confins (CNF). Entenda o impacto.
Olyvio Marques
Editor · Brasil · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (CNF), recebeu voos internacionais não programados na manhã deste sábado (27) após o Aeroporto do Galeão (GIG), no Rio de Janeiro, ser fechado por um intenso nevoeiro. Atualizado em 27 de junho de 2026.
As operações no terminal carioca foram suspensas por aproximadamente quatro horas, das 5h às 9h, impactando dezenas de voos e forçando companhias aéreas a alternarem suas rotas para outros aeroportos, com Confins sendo um dos principais destinos.
Um forte nevoeiro cobriu a cidade do Rio de Janeiro nas primeiras horas do dia, provocado pela entrada de ventos úmidos vindos do oceano, segundo o Sistema Alerta Rio. A baixa visibilidade tornou inseguras as operações de pouso e decolagem, levando à suspensão total das atividades no Galeão por volta das 5h da manhã. As operações foram retomadas gradualmente a partir das 9h, quando as condições meteorológicas melhoraram.
Durante o período de fechamento, 25 voos que tinham o Galeão como destino precisaram ser desviados para outros aeroportos. O Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, foi um dos que recebeu parte desses voos, incluindo aeronaves de companhias internacionais como Lufthansa, TAP Air Portugal, ITA Airways e British Airways, conforme divulgado pela Aero Magazine. Além de BH, voos também foram alternados para Brasília, São Paulo (GRU), Vitória e Florianópolis.
Além dos 25 desvios, o fechamento do Galeão resultou no cancelamento de pelo menos 13 voos, entre chegadas e partidas. O fenômeno também afetou outros terminais no Rio: o Aeroporto Santos Dumont (SDU) operou por instrumentos durante toda a manhã, procedimento utilizado quando a visibilidade é reduzida. A concessionária RIOgaleão orientou os passageiros a consultarem as companhias aéreas sobre a situação de seus voos, pois atrasos em cascata eram esperados ao longo do dia.
A neblina reduz drasticamente a visibilidade horizontal e vertical, elementos cruciais para que os pilotos possam realizar pousos e decolagens de forma segura. Mesmo com operações por instrumentos (ILS), existem mínimos de visibilidade que precisam ser respeitados para garantir a segurança da operação.
Quando um voo é alternado, ele pousa em um aeroporto diferente do destino original. A companhia aérea é responsável por providenciar o desembarque seguro e, posteriormente, o transporte dos passageiros até o destino final, seja por via terrestre ou em um novo voo, assim que as condições permitirem.
A recomendação é sempre consultar diretamente os canais de atendimento da companhia aérea responsável pelo seu voo ou verificar os painéis de chegadas e partidas nos sites oficiais dos aeroportos, como o do Aeroporto de Confins, para informações em tempo real.
O fechamento temporário do Aeroporto do Galeão devido à neblina demonstrou a interconexão da malha aérea brasileira, com o Aeroporto de Confins desempenhando um papel fundamental ao absorver voos internacionais e domésticos. Embora as operações no Rio de Janeiro tenham sido normalizadas, os passageiros ainda podem sentir os reflexos do evento com atrasos e remarcações ao longo do dia.
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