Uma erupção de filamento solar enviou uma nuvem de plasma em direção ao planeta. Entenda a classificação G1 e saiba se há riscos para internet e celulares.
Olyvio Marques
Editor · Espaço · · 2 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
A Terra está em alerta para a chegada de uma tempestade solar de classe G1, a mais fraca na escala de medição, que deve atingir o campo magnético do planeta nesta sexta-feira (2) e novamente no domingo (4). Atualizado em 2 de outubro de 2026, o fenômeno foi causado por uma erupção solar registrada em 28 de setembro, mas, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), não há previsão de danos à população ou interrupções significativas em serviços de internet e telefonia.
O evento teve origem com o rompimento de um filamento solar — uma densa "fita" de plasma suspensa acima da superfície do Sol por forças magnéticas. Conforme detalhado pela NOAA, essa estrutura se desestabilizou em 28 de setembro, lançando material solar no espaço em um evento conhecido como Ejeção de Massa Coronal (EMC), de acordo com a CNN Brasil.
A análise da agência indica que a nuvem de plasma atingirá a Terra "de raspão", com o primeiro pulso de atividade geomagnética esperado para sexta-feira (2). Após um sábado (3) de calmaria, um segundo pulso, relacionado a uma nova ejeção de massa, deve chegar no domingo (4), conforme apurado pelo portal SpaceMoney.
Para uma tempestade de classe G1, os efeitos são mínimos e, em grande parte, imperceptíveis para a população. A NOAA afirma que não há riscos de falhas em redes de internet banda larga, telefonia móvel ou transmissões de TV. Os impactos, quando ocorrem, são localizados em regiões de altas latitudes, próximas aos polos.
A tempestade foi causada pelo rompimento de um filamento solar em 28 de setembro, que liberou uma Ejeção de Massa Coronal (EMC) — uma nuvem de plasma e partículas carregadas — em direção à Terra, como informado pela Vanguarda do Norte.
Não. A classificação G1 é o nível mais baixo na escala de tempestades geomagnéticas da NOAA, que vai até G5 (extremo). Eventos G1 não causam danos à população nem interrupções significativas na rotina diária, segundo a agência.
Não. A formação de auroras, um dos efeitos visíveis de tempestades solares, é um fenômeno restrito a altas latitudes, como as regiões polares. No Brasil, devido à sua localização geográfica, não haverá qualquer efeito visível.
A tempestade solar que atinge a Terra neste fim de semana é um evento de baixa intensidade (G1) que não representa ameaça para a infraestrutura de comunicação, redes elétricas ou para a segurança da população. Os efeitos serão mínimos e concentrados principalmente nas regiões polares, servindo como um lembrete da constante atividade do Sol.
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