Uma cadela pug com dermatite grave seria sacrificada a pedido da tutora em SP, mas veterinários se recusaram e a adotaram. Conheça a história emocionante.
Olyvio Marques
Editor · Animais · · 3 min de leitura
Imagem: gerada por IA / Portal PULSE NEWS BRASIL
Uma cadela da raça pug, de aproximadamente 7 anos, que chegou quase sem pelos a uma clínica veterinária em Amparo (SP), foi salva da eutanásia e adotada pela equipe que a atendeu. A antiga tutora havia solicitado o procedimento por acreditar que o grave quadro de dermatite do animal não tinha solução. Atualizado em 10 de novembro de 2026.
A pug chegou à clínica Patas e Bicos Veterinária no dia 30 de outubro com um quadro severo de dermatite, que resultou na perda de quase toda a sua pelagem. De acordo com a médica veterinária Babi Beira, a tutora do animal solicitou a eutanásia por acreditar que não havia mais tratamento para a condição de pele da cadela.
No entanto, durante a avaliação, Babi e seu marido, o também veterinário Rafael, constataram que, apesar da aparência da pele, a pug ainda comia, bebia água e brincava. Com base nisso, eles concluíram que não havia indicação clínica para o procedimento. "Ela é uma cachorra super bem. Ela come, ela bebe água, ela brinca. Tadinha, ela só tem a pele assim, toda ferradinha", explicou Babi em um vídeo, segundo o portal Amo Meu Pet.
Após explicarem à tutora que existiam tratamentos possíveis, e diante da decisão dela de não prosseguir com os cuidados, o casal de veterinários tomou uma atitude que mudou o destino do animal: eles decidiram adotá-la e assumir todo o tratamento.
Logo após a adoção, a pug começou a receber os cuidados necessários na própria clínica. O tratamento incluiu banhos, alimentação adequada e muito carinho. Em poucos dias, a cadela já demonstrava estar mais animada e feliz.
Publicações nas redes sociais mostraram a pug recebendo afeto de Sam, filho do casal, e se adaptando bem à nova rotina. Segundo Babi, a cadela está cada vez mais alegre, comendo melhor e já apresentando sinais de melhora na pele. A história comoveu internautas, que destacaram a tristeza no olhar do animal ao chegar à clínica e celebraram a nova chance que ela recebeu.
A dermatite é um termo geral para inflamações na pele e pode ter diversas causas, como alergias, parasitas (sarna), infecções ou até doenças sistêmicas, conforme o Merck Veterinary Manual. Os sintomas comuns incluem coceira, vermelhidão, descamação e queda de pelos, como no caso da pug resgatada.
Histórias como a de Cajuzinho, outro pug resgatado com sarna severa, mostram que, com o tratamento correto e dedicação, a recuperação é totalmente possível. Embora algumas condições, como a dermatite atópica, não tenham cura, os tratamentos disponíveis podem controlar os sintomas e garantir uma boa qualidade de vida para o animal.
A tutora acreditava que o quadro grave de dermatite da cadela, que a deixou quase sem pelos, não tinha mais solução e, por isso, solicitou a eutanásia na clínica veterinária, conforme relatado pelos profissionais que a atenderam.
A pug de 7 anos apresentava um quadro severo de dermatite, com perda quase total dos pelos. No entanto, os veterinários observaram que, apesar da condição da pele, ela ainda comia, bebia água e brincava, não havendo indicação clínica para a eutanásia.
Após ser adotada, a cadela começou a receber tratamento adequado, incluindo banhos e medicação. Ela já se mostra mais alegre, está comendo bem e recebendo carinho da nova família, com melhora progressiva no quadro da pele, segundo a veterinária Babi Beira.
A história da pug que chegou à clínica com um futuro incerto e ganhou uma nova família destaca a importância da avaliação profissional e da compaixão. A decisão dos veterinários Babi e Rafael não apenas salvou uma vida, mas também ofereceu uma chance de recuperação e felicidade para um animal que, apesar da aparência, ainda tinha muito amor para dar.
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